Preparando o Google Chrome para o desenvolvimento WEB

Bom dia a todos,

Recentemente mudei do Firefox 4 para o Google Chrome devido a problemas que eu tinha com a lentidão na renderização de mapas (Openlayers, G. Maps, Openstreetmaps, etc.). Toda a memória utilizada pelo Firefox não era liberada, e quando percebia o navegador era um processo gordo usando mais ou menos 800 mega de memória depois de umas 4 ou 5 horas em execução direta.

Quando comecei a fazer alguns testes com o Google Chrome no meu ambiente, um Ubuntu 11 64 bits, percebi de cara que o mesmo executa muito rápido mesmo, mais eu precisava que o mesmo me atendesse com os mesmos recursos do Firefox, ou seja, os complementos e uma renderização correta do HTML.

O HTML foi executado de forma correta, e os complementos foram fáceis de achar…direto na Chrome WEB Store.

Os complementos que eu instalei para deixar o Chrome voltado a desenvolvedores foram:

Com exceção do HTML Validator, que não funciona nem no Firefox nem no Chrome para ambientes Ubuntu 11 64 bits sem que seja compilado, os mesmos complementos do Firefox funcionaram perfeitamente no Chrome só que consumindo muito menos memória.

Fiquei sabendo de um projeto que pretende dar uma otimizada considerável no Firefox 4-5, o Electrolysis, segundo as informações do projeto:

Esta é a promessa dos engenheiros da Mozilla, às voltas com as críticas de que o Chrome e até o Internet Explorer se tornaram mais rápidos do que o navegador de código aberto. A ideia do projeto é tornar cada ação do Firefox um processo independente.

Com isso, o browser teria melhor capacidade de tirar vantagem dos PCs com chips de vários núcleos, dividindo as requisições de processamento em pacotes distintos. Na avaliação da Mozilla, esta técnica pode dar grande vantagem competitiva à Mozilla.

O Electrolysis seria uma evolução do recurso já usado a partir do Firefox 4.0 que separa em processos isolados o processamento de plug-ins do navegador. Ao longo dos últimos anos, os diferentes add-ons desenvolvidos de forma independente do browser tornaram-se sua grande fortaleza e, ao mesmo tempo, ponto fraco.

Afinal, o ecossistema de apps é inegavelmente uma vantagem do Firefox, mas por outro lado add-ons mal desenvolvidos podem consumir muita memória do PC e transmitir para o usuário a sensação de que o browser ficou lento demais.

Os recursos do Electrolysis devem estar prontos já na versão 5.0 do Firefox, que possui distribuição beta disponível para download. A Mozilla também acelerou o desenvolvimento de novas versões de seu browser, caminhando rapidamente desde o Firefox 3.0 para a versão 5.0.

Ao encurtar o ciclo de desenvolvimento, a fundação acredita que terá mais condições de inovar e manter seu browser competitivo no mercado.

Abraços e até a próxima.

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